''Escrevo a dor que eu não soube chorar.'' online
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Estou pensando em deletar esse meu tumblr. Ainda não sei. Mas, se deletar, ficarei no ‘desnexo’ e ficaria muito feliz se meus followers me seguissem lá também, porque caso eu delete esse, não ficarei sem vocês!
28/05/2012 @ 14:27 com 0 notes
Venha aqui, me siga e mande uma ask para eu dar uma olhadinha no seu tumblr. Estou precisando seguir gente nova. 28/05/2012 @ 13:58 com 0 notes
24/05/2012 @ 16:41 com 433 notes
Já nem sinto dor, já sem sei chorar, já não sei amar, nem sei se amei.
Tudo é solução, todo mundo perde o orgulho e a razão.
Ninguém teve paz, ninguém foi capaz de saltitar pelos montes de estrelas.
Ninguém cantou a canção de ninar ao velho empilhador de prantos.
Ninguém soube mais contar histórias.
Ninguém soube contar as horas,
Que se passavam até o dia amanhecer.
Ninguém soube sobreviver
Ninguém soube como é viver.
Ninguém soube reviver.
Largava de lado um sorriso cinzento,
Vestia um bocado de olhares sem ruas,
Prosa e poesia nuas não se encontravam mais nas janelas.
Menina moça só queria dançar na passarela,
Menino homem já não sabe mais se existem donzelas.
Lubya Homma.
24/05/2012 @ 16:40 com 71 notes
23/05/2012 @ 15:15 com 13 notes
Para não dizer que não falei das flores, falo de você, agora. O seu sorriso calmo e sua necessidade de letras minúsculas. Da sua boca fina, da voz agitada, do cabelo arrumadinho e a blusa amarrotada. Falo do seu abraço fervoroso, das palavras certas, do adeus sem lágrimas. Da sua mão calejada, seus desenhos ínfimos e a imaginação gritante. Do seu desejo de querer o céu, as luas, planetas e pessoas - todas, todas. Falo da sua vontade de gritar, de se embriagar, de fazer da pintura um ato de coragem. De se fazer de coragem, de se fazer de rosa, de se fazer de carro alegórico. E se imaginar em fantasia, no meio dos aplausos do telespectador, na varanda que tem vista pro mar. Falo do seu jeito de fechar os olhos - lentamente, indo e indo pra lugar nenhum -, seu rosto torto, a sua mania de dobrar a camisa três vezes. Do seu medo de escuro, de aranhas, de viver só, de ter medo. Falo de você como se eu te conhecesse melhor que todo mundo, como se eu fosse você e sentisse na pele o calor do Sol penetrando no corpo. Como se nós - eu e você - fôssemos uma única lua com um par de estrelas dentro. Falo de você com ânsia do próximo segundo, arfando incessantemente até a morte chegar. E mesmo morta, eu ainda estaria com ânsia de você. Da sua música preferida, sua cor preferida, seu sapato preferido. Eu falo lembrando de como você se embola com os tempos verbais, com a gramática e mesmo assim você diz exatamente o que quero ouvir. De se atirar ao abismo sem o frio na barriga, de andar de carro na última velocidade e de fugir da polícia quando nós, um dia, roubarmos um coração. “Pra não dizer que não falei das flores”, cito as suas eras do gelo, seu andar quase parado e seu desânimo com as noites. Do seu desânimo com tudo que tenha muitos significados, com tudo que seja triste e termine sem fim definido. Eu falo de você sabendo mesmo-mesmo que estamos em mundos diferentes e que. daí onde está, você não vê flores. Nem o céu resfriado. Nem as constelações. Nem eu.
Amanda Lua
22/05/2012 @ 14:47 com 333 notes
21/05/2012 @ 22:29 com 1,117 notes
Sou tudo aquilo que não era para ser.
Beatriz Mendes
21/05/2012 @ 22:23 com 1,025 notes
Não sei por que, sorri de repente, e um gosto de estrela me veio na boca. Eu penso em ti, em Deus, nas voltas inumeráveis que fazem os caminhos… Em Deus, em ti, de novo… Tua ternura tão simples. Eu queria, não sei por que, sair correndo descalço pela noite imensa.
Mário Quintana.
21/05/2012 @ 19:38 com 978 notes
Não quero virar o nosso disco e perder a nossa música. Não quero olhar para trás e descobri que você ficou, eu fiquei, nós ficamos, em tempos diferentes. Mas tudo o que não é para ser, há de ter um depósito para a dor. O nosso fica em que rua? Necessitamos de cuidados e não sabemos nos cuidar, você tem espinhos e eu cicatrizes, encaixes que não sabem fazer bem. Eu tenho a despedida na ponta da língua, mas é decadente demais abanar de longe para um amor que sequer se fez presente além de aqui em mim nas minhas noites e dias confundidas pela cor dos teus olhos. Quando o disco virar, descobriremos tudo arranhado, inclusive nós. E não há música que toque na nossa distância.
Camila Costa.
21/05/2012 @ 18:16 com 136 notes
Theme:
SILENCIAR